O ano de 2026 vai marcar o fim da era dos “chatbots” e o nascimento dos “agentes”. Já não interagimos com janelas de conversação estáticas; vamos passar a gerir ecossistemas de inteligência que executam, recordam e antecipam. Neste artigo e guia, analiso como o ChatGPT 6, o Gemini 4 e o Claude 5 estão vão dividir o mercado entre a personalização extrema, a omnipresença de dados e o rigor técnico.